O jeito
Mandalla de
comunicar.
A comunicação cria conexões profundas entre pessoas, territórios e causas. Assim como raízes subterrâneas sustentam uma floresta, a comunicação conecta organizações e comunidades.
Estratégia
Estruturar narrativas e alinhar o propósito com a ação, garantindo que a comunicação atinja seus objetivos de forma clara.
Estética
Construir identidades visuais consistentes. O universo visual reflete o Brasil real, negro, pardo, popular e miscigenado, fugindo de caricaturas ecológicas.
Significado
Transformar projetos em histórias mobilizadoras, conectadas à integridade narrativa e sem greenwashing.
01. Clareza
Transformar temas complexos em narrativas compreensíveis, garantindo que o impacto chegue a todos os níveis da sociedade.
02. Sensibilidade
Respeitar territórios, culturas e contextos. É falar com propriedade das realidades vulneráveis (juventude periférica) através da escuta ativa.
03. Potência
Criar narrativas que mobilizem pessoas. O design e o discurso devem funcionar como convite contínuo à transformação social e ambiental.
A pesquisa mostra que não se fala de impacto socioambiental sem falar de quem é mais atingido pelas desigualdades ambientais e urbanas. Eis a essência traduzida visualmente:
Urbanidade popular
Com 87,4% da população em áreas urbanas, o universo tem branco de estúdio, mas também sinais de cidade vivida: fone usado, caderno rabiscado, cadeira comum, mochila.
Brasil negro e pardo como centro
Como pardos e pretos somam mais da metade da população, os prompts partem dessa centralidade como padrão visual recorrente, não como "diversidade adicionada".
Juventude periférica e popular
Rostos jovens, posturas de criação, estudo, reparo, deslocamento e articulação coletiva que revelam a resistência e a vulnerabilidade territorial.
Tecnologia real
O acesso digital é desigual. Os dispositivos devem parecer usados, reais e acessíveis, evitando visuais futuristas demais ou estética "premium asséptica".
Água, saneamento e cuidado
Profundamente conectada à saúde, a água nos prompts da Mandalla não é apenas beleza: ela simboliza direito, fluxo, vida, infraestrutura, prevenção e dignidade.
Resistência comunitária
A visão das populações atingidas precisa aparecer: rodas de encontro, dupla de trabalho, radialista comunitário, comunicadores e famílias articuladas.
Transparência: Dados baseados em relatórios da ONU (Agenda 2030), Instituto Ethos, Sistema B Brasil, Ashoka Brasil, IDIS, IBGE, WRI Brasil, Fiocruz, Enimpacto e Pacto Global Brasil.
"Comunicação que cultiva transformação."
Posicionamento CentralAplicação Prática
Ideal para conteúdos sobre: articulação social, redes de impacto, comunicação territorial e fortalecimento comunitário. Abordando sempre de frente os principais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em alinhamento global.